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domingo, dezembro 18, 2011

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Por que muitas pessoas têm medo de barata?

  Catsaridafobia ou Katsaridafobia é o nome do famoso medo de baratas, presente em diversas pessoas, com certeza. Essa fobia surge geralmente devido a um trauma que a pessoa teve envolvendo essas insetos, como uma barata que subiu na sua perna, entrou na sua boca (bléé), etc. Acredito que eu seja um pouco catsaridófobo, porque eu também tive uma experiência triste com esses seres. Foi no alojamento em que eu moro na minha escola.
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  Eu fui dormir e ia me tapar, estava tudo escuro. Quando coloquei a mão no cobertor para puxá-lo, senti alguma coisa me picar (não sei se baratas picam, mas eu senti uma picada). Em seguida a barata que me picou começou a andar pelo meu braço. Eu, obviamente, me assustei, dei um pulo e saí da cama. Em seguida fiquei olhando a cama de longe, observando o chão também, em meio ao escuro, procurando a dita cuja, quando acabo sentindo ela subir pela minha perna esquerda. Isso foi a gota d'água. Naquela noite eu troquei de cama com o meu colega que dormia na cama acima da minha (eram beliches), com medo do repugnante inseto. A partir de então eu adquiri um medo anormal de baratas, não sei se chega a ser uma fobia, mas me traumatizou muito.
  Além de traumas, há pessoas que detestam baratas sem talvez nunca ter encostado em uma. Isso é um certo preconceito. As pessoas costumam detestar baratas devido à sua forma de vida. Por baratas morarem em lixões, esgotos, se alimentarem de detritos elas são logo consideradas insetos nojentos (de fato). Há borboletas que possuem cores similares às da barata, mas não temos medo delas, já que elas vivem em árvores e flores. O mesmo ocorre com ratos e hamsters. Ratos vivem em esgotos e são detestados, hamsters são amados como animais de estimação. É tudo uma questão envolvendo onde o animal vive.

Curiosidades sobre baratas:

  • Elas vivem 5 meses;
  • São divididas em 4 mil espécies espalhadas pelo mundo;
  • Botam 8 ovos por vezes na vida, com 40 filhotes por vez;
  • Aguentam ficar uma semana sem água ou sem a cabeça (o.o) e um mês sem comida;
  • Estão há 300 milhões de anos no planeta. Sim, elas sobreviveram ao meteoro que matou os dinossauros, então não é um inseticida que vai acabar com elas.
  Eu achei esse vídeo do Mundo Canibal que trata justamente sobre o medo de baratas, achei muito engraçado e decido colocar aqui. A linguagem é de fato bem escrota, mas acho que todos já sabem como são os vídeos do Mundo Canibal.






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quinta-feira, janeiro 06, 2011

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Como os gatos ronronam?

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  Antes de saber como, saiba quando: pode ser quando as fêmeas estão parindo os filhotes, quando os filhotes estão mamando, enquanto recebem carinho e, uma pesquisa da Universidade de Sussex revelou que às vezes, algumas frequências de ronronar são uma forma de pedir comida. Todas essas emoções estimulam o sistema nervoso e o sistema respiratório do bichano. Dessa maneira (agora descubra como eles ronronam): durante estes momentos "sentimentais" o sistema nervoso do felino envia um estímulo até a musculatura da laringe. A partir daí a laringe passa a se contrair e relaxar a cada 40 milésimos, o que causa a "atividade" de ronronar na garganta. Isso tudo causa uma vibração no pescoço e o barulhinho, que eu acho muito legal.

Fonte: Revista Superinteressante, janeiro de 2010. Editora Abril.
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quarta-feira, dezembro 22, 2010

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Qualquer ovo de ave é comestível?

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  Sim. Tecnicamente todos os ovos de aves possuem a mesma composição (a que irá gerar uma nova ave). O que pode variar um pouco é o gosto, aves que comem peixe terão em seus ovos sabores que lembram o de um peixe. Mas a única diferença concreta entre os ovos de aves é o tamanho e a cor, outros fatores não mudam muito.

  Mas então por que  temos o hábito de comer predominantemente os ovos de galinha? Pelo simples fato de que ela é a que põe mais ovos. Cerca de 300 por ano. Imbatível.



Fonte: Superinteressante, maio de 2010. Editora Abril.
Adaptação do texto original: Leo Souza
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terça-feira, dezembro 21, 2010

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Porque cachorros pequenos latem mais?

  Por um motivo que muitos provavelmente já suspeitavam: devido ao seu pequeno porte não causar nenhum medo, é preciso muitos latidos para chamar a atenção e impor sua presença.

Foto original

  Além do mais os cachorros pequenos que mais latiam se deram melhor em suas tarefas. Pastores de Shetland que mais latiam eram os mais valorizados na hora de tocar o rebanho. Já pequenos caçadores, como os terriers, beagles e dachshunds, precisavam soltar mais o gogó na hora de avisar que a presa havia sido encontrada.

  "Eles foram encorajados a latir e recompensados por isso. Está no seu DNA", disse Luelyn Jockymann, veterinária especializada em comportamento canino à revista Superinteressante.

  Outros fatores que também impulsionam os "minicães" a latir podem ser a baixa socialização, pouco visibilidade do ambiente externo ou mesmo condicionamento na criação.

  Ou seja, muitas vezes o excesso de latidos não está no fato de o cão ser pequeno e sim por viver em um apartamento. Ou a falta de atenção, coisa que todo cão necessita.

  Pra evitar esse problema, acostume o cão, entre a 7ª e 12ª semana de vida com visitas e outros estímulos ambientais. Depois desse tempo fica mais difícil parar a mania de grandeza dos baixinhos.

  Confira os cães campeões em cada categoria de latido:

O que mais late: Não tem um em específico. Estas cinco empatam: yorkshire, fox terrier, beagle, west highland e schnauzer.

Yorkshire // Foto


Beagle // Foto


Fox Terrier // Foto

West Highland // Foto

Schanuzer // Foto

O que late mais alto: Com um latido de 105 decibéis (mais altos que os de uma bateria de escola de samba ou a sirene de uma ambulância) o vencedor é o rottweiler.

Rottweiler // Foto

O que late mais fino: Schnauzer miniatura. Originário da Alemanha, costumava ser usado no combate aos ratos (não seria mais lógico usar um gato??). Os pêlos do focinho o protegiam das mordidas dos roedores. Já tem uma foto dele, mas como ele venceu de novo, ponho uma diferente:

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O que late mais estranho: Este prêmio, talvez não tão cobiçado, vai pro pug. É provável que seu focinho limite a propagação do ar em seu canal nasal. Daí o latido que pode lembrar um engasgo às vezes.

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  Espero que tenham gostado dessa viagem ao "mundo do latido", hehe.

  Abraços =)

Fonte: Revista Superinteressante, Agosto de 2008. Editora Abril. Visite o site.
Adaptação do texto: Leo Souza
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